O líder do Governo na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), deputado Wilde Cambão (PSD), utilizou a palavra durante a reunião da Comissão Mista nesta quinta-feira, 18, para rebater as críticas da oposição em relação ao projeto de lei n° 766/23. A matéria, proposta pelo Poder Executivo, prevê a revisão anual dos vencimentos, subsídios e proventos do pessoal civil e militar ativo e inativo, além dos pensionistas, inclusive empregados públicos.
Durante seu discurso, Cambão aproveitou o momento para relembrar algumas situações enfrentadas pelo governo ao assumir o mandato. Ele ressaltou que o governador encontrou dois meses de folhas de pagamento em atraso, uma dívida de mais de R$ 6 bilhões, além de um cenário desafiador em meio à pandemia e à crise mundial.
O deputado listou uma série de avanços conquistados pela atual gestão. “Nós reduzimos o estoque de restos a pagar, quitamos 26 anos de dívidas de precatórios, regularizamos os repasses aos 246 municípios que estavam em atraso. Investimos mais de R$ 4 bilhões em rodovias, destinamos R$ 200 milhões para a área cultural, aplicamos R$ 6 bilhões na área da saúde apenas em 2022, entre muitas outras realizações”, elencou Cambão.
Em seguida, o líder do governo fez um apelo aos oposicionistas para que observem a situação do estado antes da chegada do governador Ronaldo Caiado (UB). Ele ressaltou que embora seja válido discutir e defender os direitos dos servidores, é necessário reconhecer que o estado deixou para trás o período de calamidade, a situação de quebradeira e falência. “Temos que reconhecer. Hoje somos exemplo para o país”, afirmou Cambão.
O projeto de lei em questão tem sido objeto de debate entre os parlamentares, e o governo tem buscado justificar sua importância com base nos avanços alcançados e nas melhorias implementadas em diversos setores durante o mandato de Ronaldo Caiado. A discussão em torno do projeto deve continuar nas próximas sessões legislativas, enquanto são analisados os impactos e benefícios da revisão salarial proposta pelo governo estadual.
Fonte: Agência Assembleia de Notícias



