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Áreas recuperadas no Cerrado protegem 103 espécies ameaçadas de extinção, mostra estudo.

Entre os participantes do estudo, estão pesquisadores de Goiás.
Lobo guará, com a cor alaranjada, caminhando na mata.
Foto: Vladimir Wrangel | Shutterstock.com

Pesquisadores brasileiros divulgaram um estudo que aponta que as reservas legais e Áreas de Proteção Permanentes (APP) no Cerrado podem proteger até 25% da área dos habitats de 103 espécies de animais ameaçados de extinção. Entre os participantes do estudo, estão pesquisadores de Goiás.

O estudo foi publicado na revista Science e analisou dados de quase 685 mil propriedades em áreas de Cerrado. Espécies como Lobo-guará, Tamanduá-Bandeira e Onça-Pintada podem ser protegidas pela recomposição das áreas de proteção.

O artigo, intitulado “The value of private properties for the conservation of biodiversity in the Brazilian Cerrado”, é assinado pelos docentes Paulo de Marco e Sara Villén-Pérez, pelos egressos do Programa de Pós-graduação em Ecologia e Evolução, André Andrade e Carolina Correa, e por outros colaboradores.

Também contou com a colaboração de diversos profissionais, incluindo Rodrigo Souza, do Centro Nacional de Informações Ambientais (Cenima), Instituto Nacional de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), em Brasília, Luiza Motta Campello, da Universidade de Brasília, Instituto de Geociências, em Brasília e Marcellus Caldas, do Departament of Geography and Geospatial Sciences, da Kansas State University, EUA.

Confira o artigo na integra clicando aqui.

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