As Escolas do Futuro de Goiás, Sarah Luísa Lemos Kubitschek de Oliveira, Raul Brandão de Castro, Luiz Rassi e José Luiz Bittencourt, localizadas nas cidades de Santo Antônio do Descoberto, Mineiros, Aparecida de Goiânia e Goiânia, estão com um edital aberto para a admissão de 365 estudantes em quatro cursos técnicos de Nível Médio.
As aulas, realizadas presencialmente, de segunda a sexta-feira. Os interessados podem se inscrever através do site até o dia 16 de julho. A aula inaugural está prevista para o dia 14 de agosto, nas quatro unidades de ensino das Escolas do Futuro.
Os cursos técnicos oferecidos abrangem diversas áreas. As primeiras turmas, formadas conforme o preenchimento das vagas disponibilizadas pelo edital, seguem um fluxo contínuo. Isso significa que a convocação e o início imediato das turmas ocorrerão assim que for alcançado o número necessário de inscritos.
As opções de cursos incluem Desenvolvimento Web e Mobile, Empresas Digitais, Economia Criativa e Marketing e Mídias Sociais destinados a pessoas com idade mínima de 16 anos e que tenham concluído o Ensino Médio, ou estejam cursando o segundo ou terceiro ano, até o momento da matrícula. Todos os cursos são gratuitos e possuem turnos matutino e noturno.
As Escolas do Futuro de Goiás (EFGs) estão alinhadas com as demandas atuais da sociedade e do setor produtivo, possuindo um sistema pedagógico voltado para a ciência e tecnologia. Essas instituições têm como objetivo colocar o aluno como agente de sua própria formação profissional e de transformações na sociedade.
“Essa estrutura foi desenvolvida com o bem-estar dos alunos em mente. As unidades contam com laboratórios equipados com tecnologia de qualidade para atender aos jovens, empreendedores e setor produtivo”, ressaltou o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação de Goiás, José Frederico Lyra Netto.
As EFGs foram estabelecidas pela lei nº 20.976/2021 e sua operacionalização é feita através de um convênio entre a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), a Universidade Federal de Goiás (UFG) – por meio do Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia (CETT) – e a Fundação de Apoio à Pesquisa (Funape).



