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Governo Federal anuncia redução de impostos para carros populares

Geraldo Alckmin, vice-presidente da República e ministro de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, declarou que o desconto no preço final poderá ser ainda maior, pois o governo está estudando a possibilidade de permitir a venda direta de carros para pessoas físicas.
O vice-presidente, Geraldo Alckmim durante entrevista coletiva após reunião com Entidades Representativas do Setor Automotivo, nesta quinta feira no Palácio do Planalto. Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
O vice-presidente, Geraldo Alckmim durante entrevista coletiva após reunião com Entidades Representativas do Setor Automotivo, nesta quinta feira no Palácio do Planalto. Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

Nesta quinta-feira (25), o governo federal divulgou um importante anúncio informando que irá reduzir os impostos sobre carros populares, visando diminuir o preço final desses veículos em até 10,79%. A medida terá validade para automóveis com valor final de até R$ 120 mil e tem como objetivo proporcionar uma redução significativa nos preços, possibilitando que carros populares novos voltem a custar menos de R$ 60 mil.

Geraldo Alckmin, vice-presidente da República e ministro de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, declarou que o desconto no preço final poderá ser ainda maior, pois o governo está estudando a possibilidade de permitir a venda direta de carros para pessoas físicas. Atualmente, essa modalidade de venda é restrita apenas a CNPJs (Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas). A intenção é estender essa oportunidade aos consumidores individuais, o que contribuirá para reduzir os valores finais dos veículos.

O desconto tributário poderá variar de 1,5% a 10,79% e será baseado em três critérios principais. O primeiro é o valor atual do veículo: quanto mais acessível o preço, maior será o desconto concedido. O segundo critério é a emissão de poluentes: veículos com motores mais limpos e processos produtivos menos impactantes ambientalmente receberão descontos mais significativos. Por fim, o terceiro critério é a cadeia de produção: automóveis com um maior percentual de peças produzidas no Brasil serão beneficiados com maiores descontos.

O Ministério da Fazenda terá um prazo de 15 dias para alinhar essa decisão às regras fiscais vigentes, calculando a estimativa de perda de arrecadação e determinando a forma de compensação no orçamento. Após esse prazo, o governo apresentará uma medida provisória e um decreto para regulamentar o tema, conforme confirmado pelo ministro Geraldo Alckmin.

Essa medida do governo federal busca estimular o mercado automotivo, tornando os carros populares mais acessíveis para a população. A redução dos impostos e a possível venda direta a pessoas físicas têm o objetivo de impulsionar o setor e proporcionar oportunidades para que mais brasileiros possam adquirir um veículo novo a preços mais vantajosos.

Fonte: G1

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