Diversas evidências científicas têm relacionado o consumo excessivo de sal e açúcar ao aumento da prevalência de doenças como diabetes, obesidade e câncer.
Nas últimas semanas, entidades e pesquisadores renomados revisaram estudos e lançaram apelos para que tanto a indústria quanto a população reduzam o uso desses ingredientes.
Independentemente do estado atual de saúde, a importância dessa precaução para é todos.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um alerta sobre o consumo de sal.
Nela defende-se a necessidade de reduzir pela metade a média global atual de 11 gramas diárias.
“Políticas de redução da ingestão de sódio podem evitar mais de 2 milhões de mortes até 2025 e 7 milhões até 2030”, afirma Francesco Branca, diretor do Departamento de Nutrição e Segurança Alimentar da OMS.
O impacto do Açúcar
O desafio também se estende ao consumo de açúcar.
Uma análise abrangente de estudos revelou que cada copo adicional de 250 ml de refrigerante ou suco industrializado aumenta o risco de doença cardíaca em 17%.
Além disso, o consumo diário dessas bebidas está associado a um acréscimo de 4% no risco de mortalidade precoce por qualquer causa, de acordo com uma pesquisa publicada no The British Medical Journal.

A pesquisa aponta uma relação entre o consumo excessivo de alimentos doces e uma maior propensão a diversas doenças, como câncer de mama, osteoporose e depressão.
Embora não seja fácil eliminar as pitadas de sal no prato e reduzir o açúcar presente no café, é essencial rever hábitos e preferências alimentares.
Na prática, isso significa optar por abrir menos pacotes de alimentos prontos e priorizar refeições caseiras.
Dessa forma fica possível ter maior controle sobre os ingredientes utilizados.
A conscientização e a mudança de comportamento são fundamentais para preservar a saúde e prevenir doenças graves associadas ao consumo excessivo de sal e açúcar.



