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Goiás discute Plano de Contingência para enfrentar gripe aviária

Para adoção do Plano, caso seja necessário, a Agrodefesa está respaldada por um amplo aparato legal, preconizado em leis federais, leis estaduais e em normativas.
Foto: reprodução

A Agência Goiana de Defesa Agropecuária se reuniu para discutir o Plano de Contingência elaborado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária para enfrentar a gripe aviária no estado de Goiás. O grupo é composto por membros da Agência, incluindo o corpo diretivo, gerentes e fiscais. O objetivo é garantir que a avicultura do estado sofra o menor impacto possível, caso a doença ocorra. O presidente da Agrodefesa destacou que o governo estadual está agindo com firmeza para prevenir a introdução da gripe aviária no estado e preparar seus servidores para situações de emergência.

O gerente de Sanidade Animal, Antônio do Amaral Leal, apresentou e explicou os principais tópicos do Plano de Contingência para Influenza Aviária do Mapa, reforçando que inclui medidas como:

  • Identificação e intervenção nos possíveis focos,
  • Determinação da extensão e contiguidade das áreas afetadas,
  • Delimitação de espaço geográfico para interdição com proibição de movimentação de animais e produtos de risco,
  • Organização e mobilização do aparato técnico e estrutural a ser utilizado na gestão das atividades de contenção
  • Saneamento de ocorrências zoossanitárias causadas pela gripe aviária.

Conforme o documento, uma vez confirmada laboratorialmente a suspeita e caracterizada a situação de emergência sanitária, a Agrodefesa poderá estabelecer zonas de proteção e de vigilância com delimitação geográfica a partir do foco.

Antônio Leal destacou a importância da implementação do Plano de Contingência em parceria com outros órgãos em caso de suspeita ou ocorrência de gripe aviária, incluindo a Secretaria da Saúde, Meio Ambiente e Agricultura, bem como órgãos do governo federal. A Agrodefesa possui respaldo legal para adoção do Plano. A notificação imediata ao Serviço Veterinário Oficial sobre sintomas ou comportamentos diferentes nas aves é fundamental para conter e evitar a disseminação da doença.

Fonte: Agência Goiana de Defesa Agropecuária – Governo de Goiás.

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