A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) está lançando uma linha de estudo inédita sobre felicidade e ambiente de trabalho. A iniciativa partiu da pesquisadora Chrystina Barros, certificada em felicidade pela Universidade de Berkeley, nos EUA. Berkeley e Harvard, outra instituição americana de ponta, já pesquisam há alguns anos a relação entre felicidade e trabalho, mas no Brasil esse campo ainda não foi tão explorado no universo acadêmico.
Os cientistas já têm alguns consensos sobre o que faz uma pessoa feliz. No fim do ano passado, especialistas de Harvard apresentaram um estudo sobre os sete caminhos da felicidade. Incluem: exercício físico, espiritualidade, contato com o novo, dedicação ao outro, negatividade longe e álcool sem exagero. Mas, propõe Chrystina, é preciso agregar a essa equação o aspecto econômico, que é a base de todo o resto.

A base da felicidade está em ter algumas condições básicas atendidas, como alimentação, moradia, educação, mobilidade, segurança e lazer. O dinheiro, isoladamente, não traz felicidade, segundo a especialista, mas propicia as condições básicas para sermos felizes. “Sem dinheiro não dá para ser feliz”, afirma ela.
Fonte: O Estadão / Instagram



